Publicado em 10/03/2020


O Matrimônio

 

A convulsão dos tempos atuais no que se refere ao matrimônio – casamento civil, divórcio, união livre, união homoafetiva, aborto... é um desafio à comunidade cristã para buscar resposta à pergunta: “O matrimônio cristão continua a ter sentido?” Longe de assustar-se, o fiel aceita o desafio que constitui uma de suas apaixonantes missões: buscar o meio de viver a fé em meio aos problemas de cada tempo histórico.


Em princípio, a atração homem-mulher revela os planos de Deus para eles: viver em comunhão de amor, partindo da igualdade no que diz respeito à sua dignidade como pessoa. Como reflexo do próprio Deus uno, em comunhão de amor de suas três pessoas , “Deus criou o homem à sua imagem. À imagem de Deus o criou, homem e mulher.” “Por isso, deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher numa única carne”. Como o amor de Deus: fecundo e criador; chamado a procriar; cresçam e multipliquem-se”.


O matrimônio foi elevado por Cristo à categoria de sacramento. “O amor dos esposos eu me refiro a Cristo e à Igreja.” O amor dos esposos é, por conseguinte, sacramento que significa e manifesta o próprio amor de Cristo pela Igreja; em entrega total; até a morte, até a ressurreição; em comunhão total: Na alegria e na tristeza..., em fidelidade eterna e em aliança indissolúvel. “Todos os dias de sua vida. Tudo isso, incluindo, é claro, o abraço de ternura e a relação a relação em sexualidade.


A família constituída pelo matrimônio é Igreja familiar aberta ao crescimento pelos filhos gerados em paternidade responsável.

 

 

Diácono Sandoval

Estamos no tempo litúrgico da Quaresma. Este tempo é proposto em preparação à Páscoa. Somos impelidos a morrer para o pecado...
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